“Não gosto de vinganças, mas adoro a vingança moral. Aquela onde as pessoas que te pisaram, te machucaram e te humilharam num dia e num futuro que cai no esquecimento elas voltam no seu caminho e precisam de você. Não é questão de orgulho, mas eu adoro isso. Há muitas pessoas de má fé que só aparecem para nos colocar para baixo, nos diminuir… Quem bate esquece, quem apanha não. Eu vou seguindo em pé, tento não me deixar levar pelo meu orgulho, porque o orgulho é capaz de transformar a pessoa em questão de segundos. Sou daquele tipo que finge de bobo para sobreviver, que enquanto os outros me olham como medroso, eu vou tomando coragem para agir na surdina, escondido; não preciso de platéia. A vida nos surpreende com essas coisas, e são essas coisas que nos fazem pensar que o que plantamos iremos colher, e o que fazemos por nós terá retorno.”